Um contrato só revela seu valor quando o problema surge. Até lá, é só papel.
A diferença entre patrimônio e prejuízo está na sua estrutura.
• Se a arquitetura jurídica resiste à interpretação dos tribunais.
• Se as cláusulas aguentam a pressão quando um comprador para de pagar ou quando vícios aparecem.
Contratos são feitos pensando que tudo dará certo. Quando o cenário muda, o texto padrão não sustenta a disputa.
A verdadeira questão é: o que resiste quando o negócio vira litígio?
Conflitos são inevitáveis. O que você controla é a preparação.